domingo, 11 de julho de 2010

Cidade Obscura

Entrando por uma terra obscura,
Sem saída obrigatória,
Sem policias, nem guardas a fingir,
Os Prédios tingidos pelo desgaste
Folhas de papel a voar,
Ruas estreitas e abandonadas,
Queria sair, mas já estava embalado…

Achava assustador,
Mas estava curioso,
Não havia crianças nem flores naquela terra
Aquele lugar era sombrio e tentador,
Não se sabia o que iria aparecer,
Depois de mais alguns passos,

Deparei-me com uma estátua,
Era a Estátua dum Deus,
Esse mesmo Deus que me surpreendeu,
Porque vivia, brilhava e era intenso,
Esse Deus eras tu, que entraste e nunca mais saíste

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